Autor: Joana D'arc Souza

Joana D’arc Souza é jornalista, escritora, ghostwriter e revisora. Une técnica e sensibilidade para transformar ideias em textos que tocam, inspiram e despertam reflexão. Apaixonada por cultura, especialmente livros e pela força das palavras, acredita que a leitura e escrita são formas de autoconhecimento e de conexão com o outro. Seu objetivo é que cada texto seja um convite a sentir, pensar e se expressar com verdade. Instagram: @ajoanadarcsouza

Evento gratuito reúne literatura, música, oficinas e manifestações artísticas entre os dias 28 e 31 de maio no subúrbio carioca O subúrbio carioca tem e faz cultura sim! A Feira Tertúlia acontece a partir de amanhã até 31 de maio. É um encontro literário multilinguagem que promete transformar o Méier em um espaço de convivência, criação e celebração da palavra. Com base na Livraria Belle Époque e programação espalhada por ruas, praça e espaços parceiros da região, o evento nasce com um propósito que vai além da comercialização de livros: estimular encontros, fortalecer a produção artística independente e ampliar o…

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O Prêmio Sim à Igualdade Racial 2026 reuniu artistas, lideranças, empresários e personalidades no Rio de Janeiro em uma cerimônia marcada por ancestralidade, representatividade e educação antirracista. Com o tema “Surrealismo Afro-Indígena Brasiliano”, o evento promovido pelo ID_BR destacou cultura, empregabilidade, diversidade e justiça racial, valorizando as raízes afro-indígenas e a construção de futuros mais inclusivos. A noite também homenageou Preta Gil e reforçou a importância da igualdade racial como ferramenta de transformação social.

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A peça/filme Comunicado a uma Academia, inspirada na obra de Franz Kafka, segue em cartaz até 23 de maio na Intrépida Trupe, na Fundição Progresso. Dirigido por Cavi Borges e Patricia Niedermeier, o espetáculo mistura teatro, cinema e circo em uma reflexão intensa sobre sobrevivência, identidade e adaptação social. As apresentações acontecem aos sábados, às 19h30.

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O filme Fanon revisita a trajetória de Frantz Fanon para discutir como o racismo, a colonização da Argélia pela França e o olhar do outro impactam a construção da identidade e a saúde mental. A obra evidencia que, mesmo após a descolonização, estruturas do colonialismo permanecem ativas, influenciando subjetividades e relações sociais no presente. Ao articular conceitos como decolonialismo e neocolonialismo, o filme propõe uma reflexão sobre como ainda somos atravessados por heranças históricas que moldam quem somos e como nos vemos.

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