O espetáculo Carmina Burana Ballet chega ao Rio de Janeiro após uma temporada de grande repercussão em São Paulo e passa a integrar a programação cultural da cidade com apresentações marcadas para 20, 21 e 22 de março de 2026, na Grande Sala da Cidade das Artes, na Barra da Tijuca.
A montagem é criada pela Vortice Dance Company, companhia portuguesa reconhecida internacionalmente pela fusão entre dança contemporânea, tecnologia e artes visuais. O espetáculo é inspirado na célebre cantata Carmina Burana, composta pelo músico alemão Carl Orff.
A temporada carioca ocorre após uma passagem bem-sucedida pela capital paulista, onde a produção vendeu mais de 10 mil ingressos ainda entre a pré-venda e as primeiras apresentações. A alta demanda levou à ampliação da temporada e à abertura de sessões extras no Teatro Liberdade, que recebeu o espetáculo até 15 de março.
Depois do Rio de Janeiro, a circulação nacional segue para Belo Horizonte, com apresentações previstas para os dias 10 e 11 de abril.
A Vortice Dance Company com direção artística dos coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço, está pronta para deslumbrar o público do Teatro Tivoli BBVA com a estreia da sua reinterpretação do clássico “Carmina Burana” (Canções de Beuren). Elevando-o a um novo patamar, alia a dança e as novas tecnologias à poderosa cantata de Carl Orff.
Os poemas e canções profanas medievais (séc. XII, XIII) escritos por monges num Convento da Bavária alemã, são os manuscritos que serviram de inspiração para a cantata cénica de Carl Orff. Neles exalta-se o amor, o sexo, a bebida e a dança. Momentos como “In Taberna quando summus” são revividos de forma extenuante e visceral. É uma peça onde todas as personagens são corrompidas pelos prazeres da carne e pela luxúria, o que, à dimensão dos dias de hoje, por vezes assume a dimensão da loucura. Uma viagem emocionante, onde as personagens estão verdadeiramente entregues à sua “Fortuna” (Sorte).
A Vortice Dance Company com direção artística dos coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço, está pronta para deslumbrar o público do Teatro Tivoli BBVA com a estreia da sua reinterpretação do clássico “Carmina Burana” (Canções de Beuren). Elevando-o a um novo patamar, alia a dança e as novas tecnologias à poderosa cantata de Carl Orff.
Os poemas e canções profanas medievais (séc. XII, XIII) escritos por monges num Convento da Bavária alemã, são os manuscritos que serviram de inspiração para a cantata cénica de Carl Orff. Neles exalta-se o amor, o sexo, a bebida e a dança. Momentos como “In Taberna quando summus” são revividos de forma extenuante e visceral. É uma peça onde todas as personagens são corrompidas pelos prazeres da carne e pela luxúria, o que, à dimensão dos dias de hoje, por vezes assume a dimensão da loucura. Uma viagem emocionante, onde as personagens estão verdadeiramente entregues à sua “Fortuna” (Sorte).
A Vortice Dance Company com direção artística dos coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço, está pronta para deslumbrar o público do Teatro Tivoli BBVA com a estreia da sua reinterpretação do clássico “Carmina Burana” (Canções de Beuren). Elevando-o a um novo patamar, alia a dança e as novas tecnologias à poderosa cantata de Carl Orff.
Os poemas e canções profanas medievais (séc. XII, XIII) escritos por monges num Convento da Bavária alemã, são os manuscritos que serviram de inspiração para a cantata cénica de Carl Orff. Neles exalta-se o amor, o sexo, a bebida e a dança. Momentos como “In Taberna quando summus” são revividos de forma extenuante e visceral. É uma peça onde todas as personagens são corrompidas pelos prazeres da carne e pela luxúria, o que, à dimensão dos dias de hoje, por vezes assume a dimensão da loucura. Uma viagem emocionante, onde as personagens estão verdadeiramente entregues à sua “Fortuna” (Sorte).
A Vortice Dance Company com direção artística dos coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço, está pronta para deslumbrar o público do Teatro Tivoli BBVA com a estreia da sua reinterpretação do clássico “Carmina Burana” (Canções de Beuren). Elevando-o a um novo patamar, alia a dança e as novas tecnologias à poderosa cantata de Carl Orff.
Os poemas e canções profanas medievais (séc. XII, XIII) escritos por monges num Convento da Bavária alemã, são os manuscritos que serviram de inspiração para a cantata cénica de Carl Orff. Neles exalta-se o amor, o sexo, a bebida e a dança. Momentos como “In Taberna quando summus” são revividos de forma extenuante e visceral. É uma peça onde todas as personagens são corrompidas pelos prazeres da carne e pela luxúria, o que, à dimensão dos dias de hoje, por vezes assume a dimensão da loucura. Uma viagem emocionante, onde as personagens estão verdadeiramente entregues à sua “Fortuna” (Sorte).
A Vortice Dance Company com direção artística dos coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço, está pronta para deslumbrar o público do Teatro Tivoli BBVA com a estreia da sua reinterpretação do clássico “Carmina Burana” (Canções de Beuren). Elevando-o a um novo patamar, alia a dança e as novas tecnologias à poderosa cantata de Carl Orff.
Os poemas e canções profanas medievais (séc. XII, XIII) escritos por monges num Convento da Bavária alemã, são os manuscritos que serviram de inspiração para a cantata cénica de Carl Orff. Neles exalta-se o amor, o sexo, a bebida e a dança. Momentos como “In Taberna quando summus” são revividos de forma extenuante e visceral. É uma peça onde todas as personagens são corrompidas pelos prazeres da carne e pela luxúria, o que, à dimensão dos dias de hoje, por vezes assume a dimensão da loucura. Uma viagem emocionante, onde as personagens estão verdadeiramente entregues à sua “Fortuna” (Sorte).
Espetáculo combina dança, música e tecnologia
O projeto apresenta uma releitura contemporânea da obra musical criada em 1936 por Carl Orff, explorando temas universais como destino, desejo, instabilidade e força humana.
A encenação mistura dança contemporânea, dramaturgia corporal, trilha sinfônica e tecnologia de projeção digital, utilizando recursos de videomapping e projeções de alta definição que dialogam diretamente com os movimentos dos bailarinos.
A direção artística e a coreografia são assinadas pelos coreógrafos portugueses Cláudia Martins e Rafael Carriço, responsáveis pela linguagem estética que tornou a companhia reconhecida em diversos países.
Segundo os criadores, o objetivo da montagem é ampliar a narrativa visual da obra original por meio da integração entre tecnologia e movimento, criando uma experiência sensorial imersiva para o público.
A Vortice Dance Company com direção artística dos coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço, está pronta para deslumbrar o público do Teatro Tivoli BBVA com a estreia da sua reinterpretação do clássico “Carmina Burana” (Canções de Beuren). Elevando-o a um novo patamar, alia a dança e as novas tecnologias à poderosa cantata de Carl Orff.
Os poemas e canções profanas medievais (séc. XII, XIII) escritos por monges num Convento da Bavária alemã, são os manuscritos que serviram de inspiração para a cantata cénica de Carl Orff. Neles exalta-se o amor, o sexo, a bebida e a dança. Momentos como “In Taberna quando summus” são revividos de forma extenuante e visceral. É uma peça onde todas as personagens são corrompidas pelos prazeres da carne e pela luxúria, o que, à dimensão dos dias de hoje, por vezes assume a dimensão da loucura. Uma viagem emocionante, onde as personagens estão verdadeiramente entregues à sua “Fortuna” (Sorte).
A Vortice Dance Company com direção artística dos coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço, está pronta para deslumbrar o público do Teatro Tivoli BBVA com a estreia da sua reinterpretação do clássico “Carmina Burana” (Canções de Beuren). Elevando-o a um novo patamar, alia a dança e as novas tecnologias à poderosa cantata de Carl Orff.
Os poemas e canções profanas medievais (séc. XII, XIII) escritos por monges num Convento da Bavária alemã, são os manuscritos que serviram de inspiração para a cantata cénica de Carl Orff. Neles exalta-se o amor, o sexo, a bebida e a dança. Momentos como “In Taberna quando summus” são revividos de forma extenuante e visceral. É uma peça onde todas as personagens são corrompidas pelos prazeres da carne e pela luxúria, o que, à dimensão dos dias de hoje, por vezes assume a dimensão da loucura. Uma viagem emocionante, onde as personagens estão verdadeiramente entregues à sua “Fortuna” (Sorte).
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A Vortice Dance Company com direção artística dos coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço, está pronta para deslumbrar o público do Teatro Tivoli BBVA com a estreia da sua reinterpretação do clássico “Carmina Burana” (Canções de Beuren). Elevando-o a um novo patamar, alia a dança e as novas tecnologias à poderosa cantata de Carl Orff.
Os poemas e canções profanas medievais (séc. XII, XIII) escritos por monges num Convento da Bavária alemã, são os manuscritos que serviram de inspiração para a cantata cénica de Carl Orff. Neles exalta-se o amor, o sexo, a bebida e a dança. Momentos como “In Taberna quando summus” são revividos de forma extenuante e visceral. É uma peça onde todas as personagens são corrompidas pelos prazeres da carne e pela luxúria, o que, à dimensão dos dias de hoje, por vezes assume a dimensão da loucura. Uma viagem emocionante, onde as personagens estão verdadeiramente entregues à sua “Fortuna” (Sorte).
A Vortice Dance Company com direção artística dos coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço, está pronta para deslumbrar o público do Teatro Tivoli BBVA com a estreia da sua reinterpretação do clássico “Carmina Burana” (Canções de Beuren). Elevando-o a um novo patamar, alia a dança e as novas tecnologias à poderosa cantata de Carl Orff.
Os poemas e canções profanas medievais (séc. XII, XIII) escritos por monges num Convento da Bavária alemã, são os manuscritos que serviram de inspiração para a cantata cénica de Carl Orff. Neles exalta-se o amor, o sexo, a bebida e a dança. Momentos como “In Taberna quando summus” são revividos de forma extenuante e visceral. É uma peça onde todas as personagens são corrompidas pelos prazeres da carne e pela luxúria, o que, à dimensão dos dias de hoje, por vezes assume a dimensão da loucura. Uma viagem emocionante, onde as personagens estão verdadeiramente entregues à sua “Fortuna” (Sorte).
Produção brasileira amplia intercâmbio cultural
No Brasil, o espetáculo conta com produção da Infinitus Brasil Entertainment, pertencente ao Grupo IN, liderado pelo produtor cultural Manuel Fernandes.
A iniciativa faz parte de um projeto de circulação internacional e intercâmbio cultural entre Europa e Brasil, reunindo artistas brasileiros no elenco ao lado da concepção europeia da obra.
De acordo com os organizadores, a presença de bailarinos brasileiros acrescenta novas camadas de identidade artística ao espetáculo, reforçando o caráter híbrido da montagem, que combina referências internacionais com a força da dança contemporânea nacional.
A Vortice Dance Company com direção artística dos coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço, está pronta para deslumbrar o público do Teatro Tivoli BBVA com a estreia da sua reinterpretação do clássico “Carmina Burana” (Canções de Beuren). Elevando-o a um novo patamar, alia a dança e as novas tecnologias à poderosa cantata de Carl Orff.
Os poemas e canções profanas medievais (séc. XII, XIII) escritos por monges num Convento da Bavária alemã, são os manuscritos que serviram de inspiração para a cantata cénica de Carl Orff. Neles exalta-se o amor, o sexo, a bebida e a dança. Momentos como “In Taberna quando summus” são revividos de forma extenuante e visceral. É uma peça onde todas as personagens são corrompidas pelos prazeres da carne e pela luxúria, o que, à dimensão dos dias de hoje, por vezes assume a dimensão da loucura. Uma viagem emocionante, onde as personagens estão verdadeiramente entregues à sua “Fortuna” (Sorte).
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A Vortice Dance Company com direção artística dos coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço, está pronta para deslumbrar o público do Teatro Tivoli BBVA com a estreia da sua reinterpretação do clássico “Carmina Burana” (Canções de Beuren). Elevando-o a um novo patamar, alia a dança e as novas tecnologias à poderosa cantata de Carl Orff.
Os poemas e canções profanas medievais (séc. XII, XIII) escritos por monges num Convento da Bavária alemã, são os manuscritos que serviram de inspiração para a cantata cénica de Carl Orff. Neles exalta-se o amor, o sexo, a bebida e a dança. Momentos como “In Taberna quando summus” são revividos de forma extenuante e visceral. É uma peça onde todas as personagens são corrompidas pelos prazeres da carne e pela luxúria, o que, à dimensão dos dias de hoje, por vezes assume a dimensão da loucura. Uma viagem emocionante, onde as personagens estão verdadeiramente entregues à sua “Fortuna” (Sorte).
Companhia portuguesa já se apresentou em mais de 30 países
Fundada em Portugal, a Vortice Dance Company é conhecida por produções que unem dança contemporânea e recursos digitais de palco. As criações da companhia já foram apresentadas em mais de 30 países.
Entre os trabalhos mais conhecidos do grupo estão montagens como A Sagração da Primavera, Drácula, Jouska, Soliloquy about Wonderland e Chroma.
A atual turnê latino-americana conta com apoio institucional do programa de internacionalização da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto, por meio da Direção-Geral das Artes.
Serviço
Evento: Carmina Burana Ballet
Local: Grande Sala da Cidade das Artes
Endereço: Av. das Américas, 5300 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Datas e horários
20 de março de 2026, às 20h30
21 de março de 2026, às 20h30
22 de março de 2026, às 19h
Ingressos: R$ 280 (inteira) | R$ 140 (meia)
Vendas: plataforma Sympla e bilheteria do local
Duração: 1h10
Classificação etária: 16 anos
A passagem do espetáculo pelo Rio de Janeiro integra a expansão nacional da produção, que vem se consolidando como um dos destaques recentes do circuito de dança contemporânea no país.
