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- Livro “Mulheres no Direito Bancário”, da Editora Leader, destaca histórias inspiradoras de liderança, coragem e transformação no setor jurídico-financeiro
- IDENTIDADE EM MOVIMENTO: O DESFILE QUE DESAFIA OS PADRÕES E ALARGA OS HORIZONTES DA MODA
- Entre clássicos e histórias de vida, Thiago Còrdeiro lança “Brigas”, “Tá Faltando Humildade” e “Quase um Segundo”
- Empresária, mãe e Rainha de Bateria: por que Sávia David se tornou um símbolo da nova liderança feminina
- Leão XIV faz apelo por paz mundial e convoca santuários para corrente de oração
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- Livro “Mulheres no Direito Bancário”, da Editora Leader, celebra trajetórias de liderança, coragem e transformação
- Feira Tertúlia transforma o Méier em território de livros, arte e encontros culturais
Autor: Joana D'arc Souza
Joana D’arc Souza é jornalista, escritora, ghostwriter e revisora. Une técnica e sensibilidade para transformar ideias em textos que tocam, inspiram e despertam reflexão. Apaixonada por cultura, especialmente livros e pela força das palavras, acredita que a leitura e escrita são formas de autoconhecimento e de conexão com o outro. Seu objetivo é que cada texto seja um convite a sentir, pensar e se expressar com verdade. Instagram: @ajoanadarcsouza
Evento gratuito reúne literatura, música, oficinas e manifestações artísticas entre os dias 28 e 31 de maio no subúrbio carioca O subúrbio carioca tem e faz cultura sim! A Feira Tertúlia acontece a partir de amanhã até 31 de maio. É um encontro literário multilinguagem que promete transformar o Méier em um espaço de convivência, criação e celebração da palavra. Com base na Livraria Belle Époque e programação espalhada por ruas, praça e espaços parceiros da região, o evento nasce com um propósito que vai além da comercialização de livros: estimular encontros, fortalecer a produção artística independente e ampliar o…
O Prêmio Sim à Igualdade Racial 2026 reuniu artistas, lideranças, empresários e personalidades no Rio de Janeiro em uma cerimônia marcada por ancestralidade, representatividade e educação antirracista. Com o tema “Surrealismo Afro-Indígena Brasiliano”, o evento promovido pelo ID_BR destacou cultura, empregabilidade, diversidade e justiça racial, valorizando as raízes afro-indígenas e a construção de futuros mais inclusivos. A noite também homenageou Preta Gil e reforçou a importância da igualdade racial como ferramenta de transformação social.
A peça/filme Comunicado a uma Academia, inspirada na obra de Franz Kafka, segue em cartaz até 23 de maio na Intrépida Trupe, na Fundição Progresso. Dirigido por Cavi Borges e Patricia Niedermeier, o espetáculo mistura teatro, cinema e circo em uma reflexão intensa sobre sobrevivência, identidade e adaptação social. As apresentações acontecem aos sábados, às 19h30.
A reconexão com a essência é a única forma de uma mulher verdadeiramente sustentar os papeis. Pois acima de tudo sustenta a si mesma. Entenda mais no último texto da série Mulheres que Sustentam
O filme Fanon revisita a trajetória de Frantz Fanon para discutir como o racismo, a colonização da Argélia pela França e o olhar do outro impactam a construção da identidade e a saúde mental. A obra evidencia que, mesmo após a descolonização, estruturas do colonialismo permanecem ativas, influenciando subjetividades e relações sociais no presente. Ao articular conceitos como decolonialismo e neocolonialismo, o filme propõe uma reflexão sobre como ainda somos atravessados por heranças históricas que moldam quem somos e como nos vemos.
Cavideo chega a Vicente de Carvalho em 29 de abril com o projeto Espaço de Cinema Cavideo/Educafro. Serão três meses de sessões gratuitas de cinema, debates com realizadores, oficinas de produção audiovisual com Cavi Borges e formação de um novo público para o cinema brasileiro na periferia.
Ser mãe e mulher não é excludente, nesse texto da serie discutimos sobre a importancia de estar sempre em contato com a sua essencia, os seus desejos para além de atender aos dos filhos. Afinal para exercer bem algum papel precisamos estar bem no nosso principal: Nós mesmas.
Hoje no 4o texto da série Mulheres que Sustentam vamos falar sobre a maternidade não romantizada as dificuldades de maternar e trabalhar que não são faladas como se isso invalidasse o maternar.
A Síndrome da Impostora é real ou a busca por validação de atender a cobranças externas que nos desconectam com quem somos e podemos ser? Descubra no terceiro texto da série Mulheres que Sustentam
Neste 2o texto da Série Mulheres que Sustentam, trago a discussão sobre a sobrecarga mental e a carga invisível que recaem sobre as mulheres que lideram a própria vida. E faço um alerta sobre a importância da divisão de tarefas e acolhimento real a elas
