Autor: Ellis Rodrigues

O uso de inteligência artificial para criar imagens íntimas falsas de mulheres — os chamados deepfakes sexuais — deixou de ser apenas um problema tecnológico e passou a ser reconhecido como uma grave forma de violência digital. A prática gera impactos profundos na vida pessoal, profissional e emocional das vítimas e já encontra enquadramento no direito penal e civil brasileiro. A reportagem analisa como essas condutas podem configurar crimes previstos no Código Penal, gerar indenização por dano moral e atrair a responsabilidade das plataformas digitais. O texto também discute o papel do Estado, das empresas de tecnologia e os desafios para garantir proteção efetiva às mulheres diante da rápida expansão das ferramentas de IA generativa.

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Por Ellis Rodrigues A 1ª Vara Cível de Mogi das Cruzes negou o pedido de tutela antecipada feito por Sandra Regina Ruiz Gomes, conhecida como “Sandrão”, para suspender a exibição da série documental Tremembé, produzida pela Amazon Studios em parceria com a Medialand. A autora afirma que foi retratada na obra como mandante e executora de um crime, imputações que, segundo sustenta, não correspondem ao que foi fixado no processo criminal em que foi condenada apenas como partícipe secundária. Os argumentos da autora Na ação, Sandrão pede R$ 3 milhões por danos morais e requereu liminarmente a retirada imediata da…

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