O manual de administração não ensina a construir empresas. Não porque seja impossível, mas porque parte de um pressuposto que o mercado convencional costuma ignorar: o de que pessoas, antes de consumidores, são seres que precisam se reconhecer no que compram, no que vestem, nos eventos que frequentam e nas marcas que escolhem carregar no próprio nome.

O Grupo Jurema entendeu isso há quinze anos. E é por isso que a festa de aniversário marcada para o dia 29 de maio, no sofisticado EXC Rio — dentro do tradicional Jockey Club Brasileiro, no Jardim Botânico — será uma celebração.

O espaço foi escolhido a dedo. O EXC Rio tem construído, ao longo dos anos, uma reputação sólida no segmento de eventos corporativos de alto padrão, e essa escolha diz muito sobre onde o Grupo Jurema quer se posicionar enquanto marca. Não como entrante, mas como titular. Como alguém que chegou para ficar e que ocupa o mesmo ambiente que outras grandes marcas brasileiras sem nenhum esforço de adaptação.

O que é, afinal, uma festa de ativação de marcas?

O termo pode soar técnico demais, e, por isso mesmo, merece ser destrinchado. Ativar uma marca não é simplesmente expô-la. É criar situações em que ela seja experimentada. Sentida. Lembrada por algo que vai além do logotipo ou do produto.

A noite de 29 de maio foi desenhada exatamente com esse propósito. Cada elemento do evento é, simultaneamente, conteúdo e experiência. O coquetel volante assinado pelo Bistrô Guanabara, harmonizado com vinhos e espumantes da Salton, alinhado para criar associações sensoriais com o que o Grupo Jurema representa: sofisticação acessível, cultura do bom gosto, cuidado com o detalhe.

A decoração de Thiago Calil, com kokedamas e elementos naturais da Kokedamas com Afeto, de Sonia Norberto, faz o mesmo. A exposição das joias de Karla Figueiredo, as experiências do Café Monthal, o desfile da Lolla.com, tudo converge para uma narrativa visual e sensorial coerente.

A banda VALVE e o DJ Mauricio Santos serão a trilha afetiva de uma noite que quer ser lembrada. Há uma diferença sutil, mas decisiva, entre um evento que as pessoas frequentam e um evento que as pessoas contam para os outros no dia seguinte.

O prêmio como instrumento editorial

Um dos pilares da noite será a entrega do Prêmio Jurema Brasil – 4ª Edição, que homenageará 28 personalidades da cena carioca: empresários, artistas, comunicadores, advogados e empreendedores. Não será um prêmio para os maiores, os mais ricos ou os mais famosos. É, segundo a própria organização, um reconhecimento para quem contribui para o fortalecimento da cultura, do empreendedorismo e da diversidade brasileira.

Essa distinção importa. Num país em que prêmios corporativos muitas vezes refletem apenas poder econômico ou visibilidade midiática, escolher os homenageados por critério de contribuição social e cultural é, em si, um posicionamento editorial. Diz quem o Grupo Jurema considera relevante — e, por extensão, quem ele quer ao seu lado.

O lançamento da edição de número 39 da Revista Jurema Brasil, com Nina Kauffmann na capa da edição especial, reforça esse posicionamento. Kauffmann é uma profissional reconhecida no segmento de luxo e posicionamento estratégico de marcas — uma escolha que fala diretamente ao público empresarial que o grupo quer alcançar, sem abrir mão da personalidade editorial que construiu ao longo de quinze anos.

O que quinze anos ensinam

Chegar à marca de quinze anos no mercado de comunicação e eventos brasileiros não é trivial. O setor é volátil, dependente de ciclos econômicos, extremamente sensível a crises — e, nos últimos anos, enfrentou uma pandemia que dizimou boa parte dos negócios do segmento.

O Grupo Jurema sobreviveu. Mais do que isso: chegou ao aniversário com uma estrutura que inclui a CEL Editora, a Revista Jurema e uma rede que conectou, ao longo de uma década e meia, mais de cinco mil mulheres empreendedoras em todo o Brasil.

Esses números não apareceram por acaso. São resultado de uma estratégia consistente de construção de comunidade — algo que o mercado de marketing e comunicação só recentemente começou a valorizar de forma sistêmica, e que o Grupo Jurema pratica desde o princípio.

Luciana Araújo, Ceo do Grupo Jurema – Créditos: Divulgação

“Os 15 anos do Grupo Jurema são a prova de que perseverar é transformar dificuldades em força, sonhos em caminhos e resistência em legado”, declarou Luciana Araújo, fundadora e presidente do grupo.

A afirmação pode soar como discurso motivacional. Mas há dados concretos sustentando cada palavra.

A festa como legado

A produção do evento está nas mãos de Priscila Cazarredo e Robson Ribeiro. A assessoria de comunicação é da DG Assessoria e Comunicação, comandada por Déborah MBB Gonçalves e Jansen. Adriana Bombom será a dama de cerimônia, presença que traduz com precisão o tom da noite: descontraída o suficiente para ser humana, sofisticada o suficiente para ser memorável.

Quando tudo isso se materializar no dia 29 de maio, os convidados estarão, sem saber, diante de algo raro no mercado brasileiro: uma empresa que chegou aos quinze anos sendo exatamente o que prometeu ser no primeiro dia. Isso, em qualquer setor, vale mais do que qualquer prêmio.

SERVIÇO

Festa de Ativação de Marcas — 15 anos Grupo Jurema, 29 de maio de 2026 | EXC Rio – Jockey Club Brasileiro | Jardim Botânico, Rio de Janeiro

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Ana Paula Tergilene é professora, pedagoga, jornalista, editora-chefe e fundadora da Revista Pàhnorama. Com mais de 25 anos de atuação na imprensa, construiu uma trajetória marcada pelo jornalismo crítico, independente e comprometido com a verdade, a diversidade e os direitos humanos. Atua nas áreas de política, cultura e sociedade. É referência em narrativas que dão voz a quem historicamente foi silenciado, unindo rigor jornalístico, sensibilidade social e visão estratégica de comunicação.

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