Por Claudia Tajes e Diana Corso

Formato lido: Físico (acervo pessoal)

Sinopse de Da Sempre Tua: “Da sempre tua” é uma correspondência entre C. e D., personagens da escritora Claudia Tajes e da psicanalista Diana Corso ― que ora coincidem, ora se diferenciam das autoras. As duas embarcam numa conversa franca, carinhosa e bem-humorada em que relembram pequenas tragédias, exorcizam dramas e riem de si mesmas. As cartas revelam uma crescente intimidade que dá corpo-palavra à experiência compartilhada de ser mulher. Em certa medida, C. e D. são as autoras e também são cada uma das leitoras que as encontrarem nessas páginas. Entre ficção e relato pessoal, a troca entre amigas explora temas como culpa, envelhecimento, ciladas amorosas, memórias de vidas onde cabem dor, encantamento, neurose, graça e mistério. Um ensaio de Diana Corso fecha o volume, costurando o laço entre as personagens à importância íntima e coletiva das amizades femininas ao longo da história. Este livro é uma celebração profunda e afirmativa do vínculo entre mulheres, espaço afetivo de cuidado, partilha e acolhimento.

Resenha de Da Sempre Tua: Duas amigas começam uma correspondência. Elas falam sobre culpa, casamento, ancestralidade, maternidade. Trazem memórias, carinho e humor.

A intimidade entre as duas começa a se aprofundar a cada carta. Existe uma certa liberdade ao escrever cartas (ou e-mails, ou SMS, ou WhatsApp ou qualquer mensagem escrita), uma facilidade em transcrever sentimentos que, muitas vezes, é difícil falar pessoalmente, olhando para a cara da pessoa.

As personagens são mulheres maduras. Seus problemas como pessoas e mulheres são outros, diferentes da juventude. E ao mesmo tempo, são os mesmos.

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Formada em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e cursando segunda graduação em Letras: Português, trabalhei como professora de teatro e contadora de histórias entre 2006 e 2012. Trabalhei como assistente editorial na Editora Kazuá entre 2015 e 2020. Fui revisora nas revistas científicas Em Questão, InTexto e Saberes Plurais de 2020 até 2023. Fui revisora dos livros publicados Palavras 2015 (AJEB RS), A Ovelhinha Fedorenta (Lisete Bertotto, 2018), Guardiãs do Arcoíris (Lisete Bertotto, 2020) e A Família dos Números Arteiros (Márcia Martins, 2022). Revisora das revistas científicas Em Questão, Intexto e Saberes Plurais. Publiquei Vermelho Sangue (poesia). Palavras 2016. Porto Alegre: Evangraf, 2016 e Pelo Direito de Ser Vadia In: Palavras 2015.1 ed.Porto Alegre: Evangraf, 2015, p. 59-62; além de artigos científicos. Atualmente trabalho como bibliotecária, contadora de histórias e mediadora de leitura e informação do Coletivo Cultural Clã de Gaya, onde também trabalho com educação e literacia midiática para adultos e idosos. Parecerista da Universidade de Uberlândia e Universidade Estadual do Rio Grande do Sul. Colunista na revista Pàhnorama. Eleita Coordenadora do Colegiado Setorial do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do RS, Gestão 2025/2026.

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