Autor: Érica Correa

Formada em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e cursando segunda graduação em Letras: Português, trabalhei como professora de teatro e contadora de histórias entre 2006 e 2012. Trabalhei como assistente editorial na Editora Kazuá entre 2015 e 2020. Fui revisora nas revistas científicas Em Questão, InTexto e Saberes Plurais de 2020 até 2023. Fui revisora dos livros publicados Palavras 2015 (AJEB RS), A Ovelhinha Fedorenta (Lisete Bertotto, 2018), Guardiãs do Arcoíris (Lisete Bertotto, 2020) e A Família dos Números Arteiros (Márcia Martins, 2022). Revisora das revistas científicas Em Questão, Intexto e Saberes Plurais. Publiquei Vermelho Sangue (poesia). Palavras 2016. Porto Alegre: Evangraf, 2016 e Pelo Direito de Ser Vadia In: Palavras 2015.1 ed.Porto Alegre: Evangraf, 2015, p. 59-62; além de artigos científicos. Atualmente trabalho como bibliotecária, contadora de histórias e mediadora de leitura e informação do Coletivo Cultural Clã de Gaya, onde também trabalho com educação e literacia midiática para adultos e idosos. Parecerista da Universidade de Uberlândia e Universidade Estadual do Rio Grande do Sul. Colunista na revista Pàhnorama. Eleita Coordenadora do Colegiado Setorial do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do RS, Gestão 2025/2026.

A diplomacia cultural não se restringe apenas a instrumentos tradicionais – como intercâmbios acadêmicos, museus, artes visuais ou relações diplomáticas formais –, mas passa a operar com potência expressiva dentro do campo da cultura pop e do entretenimento global. A economia criativa emerge então como um motor central desse processo, pois converte símbolos culturais em produtos, experiências e narrativas capazes de gerar valor econômico, engajamento internacional e percepção positiva de uma nação. Música, audiovisual, moda, design, storytelling e mídias digitais se tornam meios de circulação simbólica que influenciam como países são percebidos e desejados no cenário global.

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Livros empilhados, 2025/Fonte: Pixabay A máxima “bandido bom é bandido morto” representa uma das mais profundas falhas do pensamento social contemporâneo, especialmente quando analisada à luz dos dados sobre violência policial e da composição racial da população carcerária. Esta filosofia punitiva simplista não apenas falha em seus objetivos declarados de redução da criminalidade, como também perpétua ciclos de violência institucional direcionados desproporcionalmente contra populações negras e marginalizadas. Ao contrário, a penalização do indivíduo isenta as organizações criminosas fortes e organizadas que estão por trás de um cenário de crime muito mais complexo que a maioria das pessoas imagina. A Secretaria…

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Na obra The Decay of Lying (1891), Oscar Wilde escreve: “a vida imita a arte muito mais do que a arte imita a vida”. Em 1° de dezembro de 2024, Selton Mello fez uma postagem nas redes sociais: para fazer uma cena não mais uma aquela cena eternizada em 35mm Rubens foi para nunca mais voltar uma das coisas mais difíceis que já fiz porque não podia me comover com o que sabia ele não sabia na hora, sem combinar, sorri para ela senti que era a coisa certa ouço muito o que sinto uma cena de um filme não…

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A Internet e as redes sociais transformaram profundamente como nos comunicamos e como a cultura pop se desenvolve e se dissemina globalmente. Elas criaram um ambiente digital onde informações e tendências culturais se propagam em velocidade sem precedentes, permitindo que pessoas de diferentes partes do mundo compartilhem experiências e participem de conversas em tempo real. Esse artigo versa sobre uma verdade inventada: as coisas só acontecem quando estão postadas nas redes sociais. Minha adolescência aconteceu no boom das redes sociais, com o falecido Orkut. Aos 15, 16, recebi o convite de uma colega do colégio para ter uma conta no…

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