Histórias que moldam o olhar

Os primeiros livros que lemos, direta ou indiretamente, formam nosso modo de ver o mundo. As histórias infantis são, ao mesmo tempo, divertidas e profundas. Elas ensinam lições de maneira natural, sem precisar explicar demais. O Pequeno Príncipe, por exemplo, nos fala de amor e amizade com a pureza que só a simplicidade alcança.

Essas narrativas ensinam sobre coragem, medo, perda e esperança. Quando a criança acompanha o herói enfrentando desafios, aprende sobre escolhas e consequências. É por meio dessas pequenas fábulas que entendemos a força dos afetos e a importância do outro.

Lições que o tempo não apaga

Ao crescer, percebemos que a literatura infantil é também um reflexo da vida adulta. Alice, ao cair no País das Maravilhas, nos lembra que a curiosidade é mais poderosa que o medo. O Pequeno Príncipe nos ensina que o essencial é invisível aos olhos. A Menina Bonita do Laço de Fita celebra a diversidade e a beleza das diferenças.

Essas histórias nos acompanham porque tocam o que há de mais universal: o desejo de ser amado, a busca pelo sentido e o poder da imaginação.

A criança que permanece em nós

Revisitar livros infantis na vida adulta é reencontrar nossa essência. A literatura infantil nos ensina, desde cedo, que crescer não significa deixar de sonhar. Pelo contrário: é aprender a proteger a parte sonhadora que nos mantém humanos.

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Joana D’arc Souza é jornalista, escritora, ghostwriter e revisora. Une técnica e sensibilidade para transformar ideias em textos que tocam, inspiram e despertam reflexão. Apaixonada por cultura, especialmente livros e pela força das palavras, acredita que a leitura e escrita são formas de autoconhecimento e de conexão com o outro. Seu objetivo é que cada texto seja um convite a sentir, pensar e se expressar com verdade. Instagram: @ajoanadarcsouza

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