- PÀHNORAMA
- MAGAZINE
- CATEGORIAS
- INSTITUCIONAL
- PODCAST
- POLÍTICA DE PRIVACIDADE
- SOBRE A PÀHNORAMA
- Empresária, mãe e Rainha de Bateria: por que Sávia David se tornou um símbolo da nova liderança feminina
- Leão XIV faz apelo por paz mundial e convoca santuários para corrente de oração
- BB Seguros apresenta “Meu Filho É Um Musical”, inspirado na trajetória de Paulo Gustavo
- Livro “Mulheres no Direito Bancário”, da Editora Leader, celebra trajetórias de liderança, coragem e transformação
- Feira Tertúlia transforma o Méier em território de livros, arte e encontros culturais
- Brasília recebeu o lançamento do livro da Editora Leader que destaca o protagonismo feminino no setor de Regulação
- Livro “Mulheres na Sustentabilidade – Volume II” é lançado em São Paulo com homenagens e celebração ao protagonismo feminino
- Show dos memes: clássico de perguntas e respostas vira programa de humor na televisão
Autor: Marcelo Teixeira
Marcelo Teixeira A frase acima ficava num quadrinho pendurado na parede da residência de um casal de tios. Toda vez que eu ia lá, olhava a plaquinha e pensava sobre a frase. Tia Albertina (ou Tininha, irmã mais velha de minha mãe) e Jovelino (a quem chamávamos Vivi) – eram espíritas. Com eles, aprendi muita coisa, que carrego até hoje. Uma bagagem valiosa de simplicidade e serviço ao próximo que tento pôr em prática. Para que o orgulho se o futuro é a morte? Para que tentar passar por cima dos outros, contar vantagem, se julgar melhor por causa de…
Marcelo Teixeira Não sou fã de Ivete Sangalo. Sempre tive um pé atrás com a moça. Ela é, a meu ver, arroz-de-festa. Está em todas. Enjoa e desgasta. Sei que ela é carismática, bonita e talentosa. No entanto, como bem observa o jornalista, advogado e ativista social baiano Jailton Andrade (siga ele nas redes sociais, eu recomendo), Ivete é uma espécie de Disneylândia musical. Poderia aproveitar a projeção que tem para conscientizar um pouco as pessoas, mas prefere apenas ficar jogando confete e ganhar rios de dinheiro. Ela fez bem em macetar o apocalipse da Baby do Brasil? Fez! Baby…
Marcelo Teixeira Dentre as várias polêmicas que nos aturdem todos os dias, eis que surge (ou ressurge) mais uma; desta vez, na área cultural. O Grupo Sílvio Santos, que há anos trava uma batalha judicial pelo terreno ao lado do lendário e icônico Teatro Oficina, localizado no bairro do Bixiga, em São Paulo (SP), emparedou os Arcos do Beco, que ficam no fundo da arena do teatro. Além disso, os funcionários do Homem do Baú retiraram uma escada que conectava o espaço cultural à área externa. Técnicos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) vistoriaram o local. Convém…
Por Marcelo Teixeira Quem mandou matar Marielle Franco e por quê? Essa pergunta ecoa pelo país desde o fatídico 14 de março de 2018, quando Marielle, vereadora pelo Rio de Janeiro (RJ), foi morta com uma saraivada de tiros junto com seu motorista, Anderson Gomes. Marielle havia acabado de participar de um evento no bairro da Lapa, na Zona Central da cidade. Perdeu a vida na Rua Joaquim Palhares, no Estácio, bairro situado na mesma região. O carro dos assassinos emparelhou com o dela, e os tiros foram desferidos, ferindo mortalmente Anderson nas costas e Marielle na cabeça. Uma assessora…
Marcelo Teixeira (Atenção: contém palavrões, mas não posso deixar de transcrevê-los. Senão, nem faria sentido escrever as linhas a seguir). Muitos dos que estão lendo este artigo decerto já foram elogiados por causa dos cabelos lisos, cacheados ou encaracolados; do corpo esbelto; dos olhos faiscantes; das pernas bem torneadas; da barriga tanquinho; da cintura de pilão; do tórax avantajado; do andar cheio de ginga; dos dentes bem cuidados; do sorriso cativante; da cútis de pêssego, do bumbum arrebitado e por aí vai. Creio ser pouco provável, no entanto, que alguém tenha sido elogiado do jeito que fui, e devido a…
Marcelo Teixeira Por ocasião da morte do ator e diretor Jorge Fernando (outubro de 2019), um site de notícias dedicadas a celebridades publicou uma matéria com o seguinte título: “Xuxa, Angélica e Luciano Huck causam tumulto no velório de Jorge Fernando”. Li o conteúdo pela manhã. Em seguida, fui cuidar de meus afazeres. Como achei o título infeliz, o assunto ficou batendo à minha mente, pedindo para ser transformado em crônica. Cheguei, inclusive, a aventar a possibilidade de chamar atenção, na boa, da turma do site. Mas felizmente o título já era outro quando reli a matéria, à noite. Haviam…
Marcelo Teixeira Eu adoro os pobres! Digo isso com o peito aberto de satisfação. E com conhecimento de causa. Afinal, sou filho, neto e sobrinho de operários. Meus avós paternos, eu não conheci. Meus avós maternos sim. E muito bem! Ambos eram tecelões, o mesmo destino que tiveram minha mãe e a maioria dos meus tios. Cresci frequentando a casa dos meus avós, uma casa de vila operária. No local, eu brincava com descendentes de africanos e europeus. Todos filhos e/ou netos de operários, assim como eu. Foi nesse caldo de vida simples e batalhadora que fui criado. Sempre estudei…
Uma cena arrebatadora me levou às lágrimas. Tocou-me profundamente, bem lá no fundo da alma. Não foi uma cena real, mas da ficção que tão bem aborda nossas realidades. A cena que me comoveu faz parte do último episódio da bem-sucedida e premiada série norte-americana “A Sete Palmos” (“Six Feet Under”), que a HBO produziu e exibiu de 2001 a 2005. À época, eu não fui um telespectador assíduo. Como eu custei a ter TV por assinatura, assistia à série pelo SBT, que andou exibindo algumas temporadas nas noites de sexta-feira. Atualmente, tenho assistido aos episódios pela internet e cada…
Todos os anos, por várias vezes, somos convidados a presentear alguém. As múltiplas datas comemorativas nos impelem a comprar algo para dar de presente a alguém que amamos ou por quem temos consideração, ou simplesmente porque fomos convidados para participar de uma celebração. Por isso, lá vamos nós rumo às lojas para comprar um presente de Natal, aniversário e congêneres. Eu particularmente gosto muito de dar presentes. Talvez porque sempre acerte o gosto da pessoa e talvez porque sei que há presentes que não devem ser dados. Como assim? Então existem itens que não devemos comprar? Sim! Há presentes que…
Pensava que já havia escrito a respeito da confusão entre os gentílicos carioca e fluminense. Percebo, no entanto, que estava enganado. Foi bom, porque agora creio que conseguirei argumentar mais a respeito. Quando da cobertura da morte da jovem Juliana Marins, que infelizmente perdeu a vida física devido a um acidente num vulcão na Indonésia, uma jornalista de São Paulo (SP), em uma matéria televisiva, se referiu a Juliana como carioca de Niterói. Em outro caso, num programa de competição culinária, a apresentadora, natural de Curitiba (PR), chamou um dos participantes – nascido em Nilópolis, município da Baixada Fluminense –…
